Foi agradável ver Portugal vencer – pela primeira vez – a Bélgica.
Bonito foi ver – no final do encontro - Stijnen, o guardião belga, ir abraçar Cristiano Ronaldo.
Recorde-se que o guarda-redes da selecção da Bélgica disse a um jornal do seu país que era “preciso arrumar Ronaldo nos dois primeiros minutos”.
Rui Costa, Figo e Pauleta saíram da selecção voluntariamente. Mas outros jogadores ainda em actividade, como Vítor Baía, Abel Xavier, Fernando Couto, Beto, Nuno Valente, Sérgio Conceição, Maniche, Costinha, Pedro Mendes, Sá Pinto e João Vieira Pinto, que outrora foram imprescindíveis na selecção portuguesa, já não contam para as opções de Scolari, por diferentes motivos. Antes de Scolari, dificilmente um treinador português poderia dispensar alguns destes jogadores.
O treinador brasileiro gere o seu trabalho com uma grande argúcia política. É mestre a escolher inimigos fazendo deles o alimento das suas vitórias. Está acima dos lóbis e corta a direito. Ainda bem para o futebol português, para a selecção portuguesa e para os milhares que esta noite encheram o Estádio de Alvalade para ver a grande vitória de Portugal sobre a Bélgica, por 4-0, e para os vários milhões que no país e no mundo assistiram ao jogo pela televisão.
Amigo Scolari, se Portugal não tivesse ganho, estavas feito ao "bife".
Afixado por: Florbela Alves Pereira em março 25, 2007 03:01 PM